Hoje, apesar de ainda me sentir muito "verdinha" para postar aqui alguma coisa, senti que não devia passar esta situação ao lado e que seria bom, para a Tuna, relembrar-vos alguns dos momentos que uma caloira passa:
-Estou?
-Olá, boa noite! Eu sou a Absinta, uma caloira da Barítuna.
-Ah! Olá, está tudo bem?
-Sim, sim. E contigo?
-Também.
(passado algum tempo, depois de dadas todas as infomações e feitos todos os convites...)
-Ah, mas as coisas, antes, deviam ser diferentes... Mas eu era madrinha da Rita, Rita Rodrigues! Acho que se chamava Ana, Ana Rita... Ela tocava cavaquinho! Eu eu também... Aliás, eu ainda andei um ano na Tuna Mista e, depois, ajudei a formar a Tuna Feminina. E como é que vai a Tuna Masculina? Ainda há Tertúlia? E gente da Tuna e da Tertúlia? E a Associação? Como é que anda a nossa Tuna? E o Xácara das Bruxas?
(eu, sentindo um enorme orgulho por fazer parte de todo aquele mundo, sentia o orgulho da pessoa que se encontrava do outro lado da linha, alguém que eu nem conheço, e a conversa continuava...)
-Olha, muita sorte para vocês e divirtam-se!
Ali estava eu, simples Caloira, a fazer uma daquelas tarefas menos interessantes (apesar de gostar), quando me apercebo que, sem dar por isso, vivo algo bastante importante, algo que me vai marcar muito, que irei sempre relembrar...
Um dia, espero ser eu a receber um destes telefonemas e a partilhar tanto com uma futura Caloira, transmitindo-lhe e partilhando com ela todo o orgulho de ser Barítuna (em breve, espera-se)!